Geral

  • 10/11/2017

    Dia de Paralisação começa com ato de bancários no Palácio Avenida

    Dia Nacional de Paralisação contra a Reforma Trabalhista teve ato dos trabalhadores na Boca Maldita

    Ato no Palácio Avenida na manhã desta sexta-feira, 10 de novembro, Dia Nacional de Paralisação contra a Reforma Trabalhista. Fotos: Joka Madruga/SEEB Curitiba

    Na manhã desta sexta-feira, 10 de novembro, dia que as centrais sindicais convocam a classe trabalhadora para o Dia Nacional de Paralisação contra os retrocessos da Reforma Trabalhista, que legalmente passa a vigorar neste sábado, 11 de novembro, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e região amanheceu organizando o retardo de abertura do Bradesco Palácio Avenida. O prédio administrativo do Bando é localizado no centro de Curitiba, próximo à Boca Maldita, onde foi a concentração do ato nacional na capital paranaense.



    Dirigentes do Sindicato alertaram os bancários, durante o ato, sobre alterações pontuais da Reforma Trabalhista quanto ao intervalo intrajornada, hora extra, trabalho intermitente, negociações contratuais individuais, fim do trabalho em feriado remunerado em dobro, entre outros, conforme exemplificaram Antonio Fermino e Genesio Cardoso. 


    A diretora Karla Huning informou que o movimento sindical atua para que os direitos historicamente conquistados com a CCT, em vigor há mais de 20 anos, prevaleçam nesse novo cenário. A diretora Cristiane Zacarias declarou que se a Reforma Trabalhista tem o apoio dos patrões não é boa para os trabalhadores.


    O presidente do Sindicato, Elias Jordão, lembra aos bancários e à população que passa em frente ao Bradesco Palácio Avenida que "o futuro de nossos filhos está ameaçado". Ele convoca toda a categoria para a mobilização: "se não formos juntos para as ruas vamos perder cada vez mais". 


    Elias lembrou que as reformas estão passando no Congresso ao mesmo tempo em que o ilegítimo Temer teve arquivado pelos parlamentares pedido de investigação contra ele. "Possivelmente o parlamentar que vocês votaram estão votando contra os trabalhadores. É preciso pensar sobre isso". Elias finalizou afirmando que o movimento sindical atua junto à Fenaban pela manutenção dos direitos mas que a resposta dos banqueiros depende da mobilização da categoria.

    Durante o ato, o Sindicato distribuiu aos bancários e à população diversos materiais informativos impressos, como a cartilha sobre as alterações da Reforma Trabalhista produzida pela Contraf e a Folha Socioeconômica alertando sobre o quanto o dia 11 de novembro passa a alterar a vida de todos os brasileiros.

    Atos descentralizados de diversas categorias de trabalhadores estão sendo realizados em todo o país. ::: Acompanhe o Minuto a Minuto do Brasil de Fato 

    Paula Padilha SEEB Curitiba

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