Banco do Brasil

  • 30/01/2018

    Resoluções da CGPAR ameaçam autogestões e direitos em saúde

    William Mendes, diretor eleito da Cassi, expõe sua opinião sobre as Resoluções 21, 22 e 23.

    Em texto publicado em seu blog no último dia 29, o diretor eleito de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), William Mendes, expõe sua opinião a respeito das Resoluções 21, 22 e 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), publicadas pelo governo Temer na última semana.

    Para William, as Resoluções inviabilizam grande parte das autogestões envolvidas. “Não compartilho da leitura de algumas pessoas que respiram aliviadas sobre eventual ‘direito adquirido’, termo que é utilizado nas resoluções para tentar dividir o conjunto dos participantes dos planos vítimas das medidas, que atacam e golpeiam de morte autogestões de saúde de trabalhadores”, explica.

    Segundo ele, não adianta ter "direito adquirido" de algo que pode se inviabilizar e acabar. “O governo fechou o Plano de Associados da Cassi em uma canetada. De novo, é preciso lembrar para as pessoas o que é solidariedade na Cassi, a base do Plano de Associados. Se eu pensar só em mim hoje e não nos colegas que chegam amanhã, não terá plano para ninguém”, acrescenta.

    No entendimento do diretor, as entidades representativas e suas áreas jurídicas devem estudar possibilidades urgentes de reversão dessas medidas nos órgãos da justiça do país. Já os trabalhadores devem se unir e se mobilizar em defesa da Cassi e demais autogestões em saúde. “Os tempos são graves. Às vezes, nosso corpo e mente sentem os ataques. Mas a gente fez o que deve ser feito. Desistir não é uma opção”, conclui.

     

    SEEB Curitiba