Banco do Brasil

  • 18/05/2018

    Diretor de Saúde da Cassi faz balanço de seu mandato

    O mandato de Wiliam Mendes foi de 2014 a 2018.


    Foto: Contraf-CUT

    O diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), William Mendes de Oliveiras, se reuniu, na manhã desta quarta-feira (16), com a Comissão de Empresa do Banco do Brasil, lideranças e entidades representativas da comunidade Banco do Brasil para fazer um balanço do mandato 2014/2018. Durante seu agradecimento pelo apoio do trabalho em conjunto com as entidades, ele destacou o fortalecimento da participação social no estabelecimento da estratégia Saúde da Família (ESF).

    Wiliam Mendes também fez um agradecimento especial à Contraf-CUT pelo pronto atendimento e apoio dado quando procurada, em dezembro de 2014, para construir um calendário nacional, mobilização e uma mesa com o Banco do Brasil para discutir as questões relativas a Cassi, que enfrentava um antigo déficit no Plano de Saúde dos funcionários. “A parceria entre o mandato e as entidades foi muito exitosa, pois construiu unidade, criou princípios consensuais na defesa da solidariedade e gerou o acordo do memorando de entendimentos, em vigor até 2019, com mesa de prestações de contas trimestrais até o fim do contrato.”

    Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa do Funcionários do BB, a ligação entre as entidades e um diretor eleito na Cassi fortalece o modelo de governança e subsidia melhor os debates entre dirigentes e funcionários. “O mandato do William sempre teve um diálogo aberto com as entidades e por isso mesmo, neste balanço, estiveram presentes representações dos sindicatos, federações, conselho de usuários e associações de aposentados. A perenidade da Cassi passa pelo fortalecimento do modelo de atenção integral e a Estratégia Saúde da Família é um dos pilares deste modelo.”

    O diretor de saúde apresentou um estudo atualizado que fortaleceu muito o debate da estratégia saúde da família, no papel da sustentabilidade do sistema Cassi. Este estudo compara as despesas assistenciais dos vinculados a ESF em comparação dos não cadastrados ao modelo assistencial. “O estudo com base no exercício de 2017 continua apontando a importância no uso dos recursos por parte do modelo assistencial, pois os vinculados a ESF tem uma despesa per capita menor do que os participantes do sistema não acompanhados pelo modelo, o que sinaliza que o caminho para a sustentabilidade é ampliar a cobertura do modelo de atenção primária ESF, fortalecendo às estruturas das CliniCassi”, completou.

    As representações presentes da reunião avaliaram a proposta que o Banco do Brasil fez para a Cassi, em abril deste ano, e o diretor também prestou suas opiniões para os presentes. Na despedida, Wiliam Mendes desejou muita unidade das entidades sindicais e representativas na defesa do modelo de custeio solidário e assistencial.

    Contraf-CUT